Festa sem sair de casa!

Músicos sul-americanos para levantar o astral na quarentena. Em francês, holandês, espanhol e guarani. Músicas do nosso continente para dançar, curtir e animar.


Por FELIPE VIVEIROS*


Trafassi (Suriname)


Direto de Panamaribo, a banda Trafassi é uma dançante mistura depopcom de gêneros musicais caribenhos. O nome da banda significa "Um Jeito Diferente" em Snaran Tongo, idioma crioulo de base anglo-holandesa falado por mais de 400 mil pessoas no Suriname. Formada em 1981, a banda compõe em holandês, snaran tongo e inglês e chegou diversas vezes ao topo das paradas nos Países Baixos.



Jahyanai (Guiana Francesa)


Nascida em Macouria, na Guiana Francesa, Jahyanai é cantor e compositor. O músico mistura animados sons urbanos, ragga, dancehall e reggae e produz diversos artistas da região, incluindo a sensação franco-guianense Bamby. Em 2020, devido ao seu sucesso foi convidado a assinar contrato pela gravadora Sony/ATV Music Publishing France.



Los Corrientes (Equador)


Banda de Guayaquil, Los Corrientes são divertidos especialistas em misturar pop experimental, rock, cumbia e salsa. Música para dançar, e curtir! Começaram a banda tocando em bares da cidade equatoriana, têm dois álbuns lançados e ao ritmo de ska, bossa-nova e até hip-hop conquistaram espaço na cena como uma das grandes revelações do país nos últimos anos.



Tierra Adentro (Paraguai)


Raízes guarani e folclore sul-americano, Tierra Adentro busca transmitir um sentimento popular através de suas músicas. Considerados, atualmente, como embaixadores do "novo folclore" paraguaio, o grupo é aclamado pelos mais tradicionais festivais em todo o país. Tomando tererê e ao som do acordeão, a banda é o mais próximo do que se pode chegar de um sertanejo paraguaio, com milhões de plays no Spotify e canções em espanhol e guarani.



Chico Trujillo (Chile)


Uma das bandas mais importantes do Chile, Chico Trujillo é a trilha sonora de todas as festas no país. Em nada convencional mistura de cumbia clássica, bolero, música dos Bálcans e reggae, o grupo teve início em 1999. Com sete álbuns de estúdio lançados, seus integrantes vivem entre a influência global da cultura alternativa e o panamericanismo da cumbia. Uma bela pedida para os amantes do mundo da dança e dos prazeres da vida noturna.



*Felipe Viveiros, graduado em Relações Internacionais pela PUC-SP, tem extensão universitária em Comunicação Empresarial pela Universidade da Colúmbia Britânica (Canadá) e é mestre em Relações Internacionais e Organização Internacional pela Universidade de Groningen (Holanda).

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