Filmes da Oceania que vão fazer sua cabeça.

Pelas ruas de Melbourne, o Reino de Tonga, vilarejos em Samoa, a vida maori e histórias de amor em Vanuatu.


Por FELIPE VIVEIROS*


Once Were Warriors (Nova Zelândia)


Baseado no best-seller do escritor neozelandês Alan Duff, o filme relata a jornada de uma família maori urbana e aborda com temas sociais como violência doméstica, vida marginal, alcoolismo e pobreza. Hoje um clássico cult, “Once Were Wariors” foi a maior bilheteira da Nova Zelândia, quando de seu lançamento.



Animal Kingdom (Austrália)


Escrito e dirigido por David Michôd, o roteiro foi inspirado em eventos reais da família Pettingill, em que os irmãos criminosos foram absolvidos no assassinato de policiais de Melbourne, em 1988. O filme, aclamado pela crítica, recebeu diversos prêmios e conquistou uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para a australiana, Jacki Weaver.



Tongan Ark (Tonga)


Em mistura de filosofia antiga, ópera e cultura de Tonga, o documentário “Tongan Ark” é um retrato íntimo do professor nativo Futa Helu e seu Instituto 'Atenisi. O mestre batalha pela liberdade e democracia em sua terra. Dirigido pelo neozelandês Paul Janman, Tongan Ark é o primeiro documentário longa-metragem do tipo produzido no pequeno reino do Pacífico, e explora momentos cruciais na história do país.



O Le Tulafale (Samoa)


Primeiro longa-metragem samoano, primeiro filme inteiramente rodado em Samoa, primeiro rodado em língua local, primeiro com elenco nacional e primeira película tratando a história do país, “O Le Tulafale” (The Orator) é um drama sobre enfrentamento da dúvida, desconfiança e preconceito. Dirigido pelo cineasta samoano Tusi Tamasese, a produção é ambientada em um tradicional vilarejo e retrata a saga de um pequeno homem, desfavorecido fisicamente, no enfrentamento de seus medos, proteção da terra e da família que tanto ama.



Tanna (Vanuatu)


Ambientado na remota ilha de Tanna, o filme dirigido pelos australianos Martin Butler e Bentley Dean, retrata a história de um casal nativo que ao invés de obedecer a tradição dos país, decide se casar por amor. É o primeiro longa-metragem da história a ser filmado inteiramente em Vanuatu e foi nominado ao Oscar como Melhor Filme Estrangeiro, em 2017.



*Felipe Viveiros, graduado em Relações Internacionais pela PUC-SP, tem extensão universitária em Comunicação Empresarial pela Universidade da Colúmbia Britânica (Canadá) e é mestre em Relações Internacionais e Organização Internacional pela Universidade de Groningen (Holanda).

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