África em Português

Cantores, compositores, intérpretes e duplas que (en)cantam o mundo em nosso idioma.


Por Felipe Viveiros*


Mayra Andrade

País: Cabo Verde


Uma das cantoras mais promissoras de Cabo Verde, Mayra Andrade, já colaborou em duetos com grandes personagens da música lusófona, como: Cesária Évora, Mariza, Lenine e Chico Buarque. Seu som é diverso e, cada álbum, é um retrato da vida da artista com ritmos tradicionais cabo-verdianos em sinergia com o afrobeat e experimentações de uma África contemporânea.



Don Kikas

País: Angola


Nascido Emílio Camilo da Costa, o cantor do sul de Angola já morou no Brasil quando criança e, aos oito anos de idade, escreveu sua primeira canção. Kikas recebeu o prêmio de "Música do Ano" da Rádio Nacional de Angola pelo seu sucesso "Esperança Moribunda" e circula por ritmos genuinamente regionais como kizomba, zouk, kazukuta e kilapanga. É, sem dúvida, um dos músicos mais populares de Angola.



Binhan

País: Guiné-Bissau


Músico, compositor e intérprete de Guiné-Bissau, Binhan tem uma sólida reputação com forte presença nas festas locais e regionais da terra de origem. Seu mais recente álbum, "Lifante Pupa", aborda de maneira crítica o comportamento da classe política e militar guineense, ao mesmo tempo que ressalta as belezas de seu país em hinos dançantes cantados em dialetos crioulos e regionais.



Calema

País: São Tomé e Príncipe


Sucesso absoluto da música lusófona, com milhões de plays no YouTube e Spotify, Calema é uma dupla pop de São Tomé e Príncipe. O nome do conjunto faz referência à costa africana e suas letras são compostas em crioulo e em português, revelando herança cultural rica e mestiça. O álbum "Yellow", lançado em 2020, chegou ao topo das paradas em Portugal e, até mesmo celebridades como o craque de futebol Cristiano Ronaldo, já se apresentou dançando ao som da dupla.



Neyma

País: Moçambique


Neyma é uma das cantoras mais respeitadas em Moçambique. Conhecida por produzir e combinar gêneros, sua paixão pela música começou cedo quando cantava em diversos eventos na cidade de Maputo. Seu álbum "Idiomas" combina e harmoniza ritmos tradicionais que se estendem desde a marrabenta, passando por o coupé-decalé até a kizomba.



*Felipe Viveiros, graduado em Relações Internacionais pela PUC-SP, tem extensão universitária em Comunicação Empresarial pela Universidade da Colúmbia Britânica (Canadá) e é mestre em Relações Internacionais e Organização Internacional pela Universidade de Groningen (Holanda).

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